Obrigada Mãe por andares a divulgar o meu blog. Agora já posso ficar envergonhada com os meus pensamentos... Ai ai, os pais deviam moderar o orgulho deles relativamente aos filhos, é que isto NÃO SE ATURA!
Vá, vá, vá! Vou passar à minha mãe!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
só para gente grande (vale a pena ler!)
Há uns tempos, encontrava-me sentada a ler uma daquelas revistas pomposas e com uma mão cheia em cada página de cusquices sobre vidas de pessoas que eu nem sabia existirem, quando me saltou à vista um artigo do pediatra Paulo Oom.
Como título tinha «E não se pode gritar?», dizendo o seguinte:
«Também sei que, por vezes, as crianças são exasperantes. Que julgam necessário dizer a mesma coisa 300 vezes, pois 299 parecem ser insuficientes, que só ouvem o que lhes interessa, parecendo sofrer de um caso patológico de surdez selectiva, que só falam sobre o que e quando lhes convém, como se o mundo girasse à volta deles próprios e dos seus interesses específicos e (claro!) superiores.»
DRAMA, MUITO DRAMA! Continuando...
«Também sei que, por vezes, nos tiram do sério. Que fazem espontaneamente aquilo que devem fazer desde sempre ("estudar?"), que não cumprem algumas obrigações que lhes ensinamos há anos ("fazer a cama?"), que parecem viver em nossa casa, mas que, para eles, a diferença entre isso e uma pensão ou residencial é muito ténue, talvez inexistente. E que por isso se sentem no direito de reclamar do "serviço" quando este está abaixo do nível que consideram aceitável.»
MAIS DRAMA!
«Também sei que, por vezes, nos tratam como mentecaptos. Como se não percebêssemos o que é evidente, que a vida que querem levar nada tem a ver com o que lhes andamos a ensinar há anos e, mais do que isso, que eles é que sabem. Estão noutra "onda", o que quer que isso queira dizer...»
Não percebeu? Eu achei que era explícito!
«O que é que apetece fazer nestas situações? Gritar, pois claro. E isso resolve? Não. Não é pos falar mais alto que vai passar melhor a mensagem que quer transmitir aos seus filhos. Até pode resultar, aqui e ali, pois o medo pode ser um factor que capte a atenção da criança ou adolescente (e eles são adolescentes cada vez mais cedo...)»
A sério? E eu a pensar que isso só acontecia por volta dos 14 anos...
«Mas, com o tempo, terá de gritar cada vez mais alto, pois o limiar de audição dos seus filhos vais ajustar-se automaticamente. Além disso, estará a dar um péssimo exemplo, pois eles vão aprender que, nas suas relações pessoais, gritar pode ser um meio para tentarem obter o que desejarem. Decididamente, esta não será a forma correcta de convencer os seus filhos a cooperar.»
Demorou mas percebeu...
«Gritar com as crianças, não é uma forma eficaz de resolver os problemas, pelo menos a médio prazo. Mas muitos pais queixam-se de que, se não o fizerem, as crianças fazem-se de surdas e não lhes ligam nenhuma quando chega a altura de pedir alguma coisa. Onde é que está a solução? Na forma como se comunica com a criança. Vamos, por isso, rever algumas regras básicas:»
Dito assim, parece-me que basta ler o manual de instruções de cada criança e seguir os passos para que seja bem educada! E eu que pensava que o mais fácil era ser mãe/pai por instinto...
«É importante que a criança saiba que está a falar com ela e não possa dar, como desculpa, o tradicional "não ouvi" ou "o que é que estavas a dizer?". Para evitar esta armadilha, estabeleça contacto visual, olhe-a nos olhos e diga o que pretende.»
Este senhor nunca ouviu falar no verbo "abstrair". As crianças são peritas na concretização dessa acção!
«Utilize uma linguagem adaptada à idade da criança, com frase simples e directas, sem lugar a segundas interpretações. Sobretudo, não faça pedidos do género "podes ir fazer a tua cama?", a não ser que queira arriscar ouvir um "não" como resposta. Se o que pretende não é negociável, não finja que é, e seja directo: "vai fazer a tua cama agora". Seja firme e seguro. Não tenha problemas em dar ordens aos seus filhos. Eles vão receber muitas ordens ao longo da vida e é bom que se habituem, desde pequenos, a perceber quando devem obedecer. Se necessário, utilize a técnica do "check-in" que significa fazê-lo repetir o que acabou de dizer, para que não restem dúvidas de que entendeu o que disse.»
Pois, o senhor doutor também não sabe que uma criança consegue pensar em muita coisa ao mesmo tempo e, repetir "eu vou fazer a cama", não significa "eu fiz a cama". Os adultos só complicam e tendem a achar que compreendem melhor as crianças que elas próprias. Malucos, o mundo não gira à vossa volta! Ai, ai...
«Ocasionalmente, mostre alguma tolerância e flexibilidade, se a criança está a terminar outra tarefa ou uma brincadeira e a sua ordem pode ser adiada alguns minutos. Mas não caia na asneira de conceder sempre um período de tolerância, que em três tempos passa a ser rotina sempre que lhe pede alguma coisa. E sobretudo, não grite. Ao gritar desvia a atenção da criança. Ela não vai mais pensar no que a mãe ou o pai querem, mas sim porque razão estão a gritar daquela forma.»
Finalmente, concordamos nalgum ponto!
«E rapidamente começam a argumentar sobre o seu estado de espírito, sobre a sua necessidade de relaxar, sobre tirar umas férias, enfim, falarão de tudo menos sobre aquilo que acabou de lhes dizer para fazer. Respire fundo, conte até três (ou trinta se for preciso) e vá em frente. Ninguém disse que educar era fácil.»
Ai, ai! Que filhos tão mauzões! Ninguém disse que educar é fácil, mas o senhor complica, não acha?
Como título tinha «E não se pode gritar?», dizendo o seguinte:
«Também sei que, por vezes, as crianças são exasperantes. Que julgam necessário dizer a mesma coisa 300 vezes, pois 299 parecem ser insuficientes, que só ouvem o que lhes interessa, parecendo sofrer de um caso patológico de surdez selectiva, que só falam sobre o que e quando lhes convém, como se o mundo girasse à volta deles próprios e dos seus interesses específicos e (claro!) superiores.»
DRAMA, MUITO DRAMA! Continuando...
«Também sei que, por vezes, nos tiram do sério. Que fazem espontaneamente aquilo que devem fazer desde sempre ("estudar?"), que não cumprem algumas obrigações que lhes ensinamos há anos ("fazer a cama?"), que parecem viver em nossa casa, mas que, para eles, a diferença entre isso e uma pensão ou residencial é muito ténue, talvez inexistente. E que por isso se sentem no direito de reclamar do "serviço" quando este está abaixo do nível que consideram aceitável.»
MAIS DRAMA!
«Também sei que, por vezes, nos tratam como mentecaptos. Como se não percebêssemos o que é evidente, que a vida que querem levar nada tem a ver com o que lhes andamos a ensinar há anos e, mais do que isso, que eles é que sabem. Estão noutra "onda", o que quer que isso queira dizer...»
Não percebeu? Eu achei que era explícito!
«O que é que apetece fazer nestas situações? Gritar, pois claro. E isso resolve? Não. Não é pos falar mais alto que vai passar melhor a mensagem que quer transmitir aos seus filhos. Até pode resultar, aqui e ali, pois o medo pode ser um factor que capte a atenção da criança ou adolescente (e eles são adolescentes cada vez mais cedo...)»
A sério? E eu a pensar que isso só acontecia por volta dos 14 anos...
«Mas, com o tempo, terá de gritar cada vez mais alto, pois o limiar de audição dos seus filhos vais ajustar-se automaticamente. Além disso, estará a dar um péssimo exemplo, pois eles vão aprender que, nas suas relações pessoais, gritar pode ser um meio para tentarem obter o que desejarem. Decididamente, esta não será a forma correcta de convencer os seus filhos a cooperar.»
Demorou mas percebeu...
«Gritar com as crianças, não é uma forma eficaz de resolver os problemas, pelo menos a médio prazo. Mas muitos pais queixam-se de que, se não o fizerem, as crianças fazem-se de surdas e não lhes ligam nenhuma quando chega a altura de pedir alguma coisa. Onde é que está a solução? Na forma como se comunica com a criança. Vamos, por isso, rever algumas regras básicas:»
Dito assim, parece-me que basta ler o manual de instruções de cada criança e seguir os passos para que seja bem educada! E eu que pensava que o mais fácil era ser mãe/pai por instinto...
«É importante que a criança saiba que está a falar com ela e não possa dar, como desculpa, o tradicional "não ouvi" ou "o que é que estavas a dizer?". Para evitar esta armadilha, estabeleça contacto visual, olhe-a nos olhos e diga o que pretende.»
Este senhor nunca ouviu falar no verbo "abstrair". As crianças são peritas na concretização dessa acção!
«Utilize uma linguagem adaptada à idade da criança, com frase simples e directas, sem lugar a segundas interpretações. Sobretudo, não faça pedidos do género "podes ir fazer a tua cama?", a não ser que queira arriscar ouvir um "não" como resposta. Se o que pretende não é negociável, não finja que é, e seja directo: "vai fazer a tua cama agora". Seja firme e seguro. Não tenha problemas em dar ordens aos seus filhos. Eles vão receber muitas ordens ao longo da vida e é bom que se habituem, desde pequenos, a perceber quando devem obedecer. Se necessário, utilize a técnica do "check-in" que significa fazê-lo repetir o que acabou de dizer, para que não restem dúvidas de que entendeu o que disse.»
Pois, o senhor doutor também não sabe que uma criança consegue pensar em muita coisa ao mesmo tempo e, repetir "eu vou fazer a cama", não significa "eu fiz a cama". Os adultos só complicam e tendem a achar que compreendem melhor as crianças que elas próprias. Malucos, o mundo não gira à vossa volta! Ai, ai...
«Ocasionalmente, mostre alguma tolerância e flexibilidade, se a criança está a terminar outra tarefa ou uma brincadeira e a sua ordem pode ser adiada alguns minutos. Mas não caia na asneira de conceder sempre um período de tolerância, que em três tempos passa a ser rotina sempre que lhe pede alguma coisa. E sobretudo, não grite. Ao gritar desvia a atenção da criança. Ela não vai mais pensar no que a mãe ou o pai querem, mas sim porque razão estão a gritar daquela forma.»
Finalmente, concordamos nalgum ponto!
«E rapidamente começam a argumentar sobre o seu estado de espírito, sobre a sua necessidade de relaxar, sobre tirar umas férias, enfim, falarão de tudo menos sobre aquilo que acabou de lhes dizer para fazer. Respire fundo, conte até três (ou trinta se for preciso) e vá em frente. Ninguém disse que educar era fácil.»
Ai, ai! Que filhos tão mauzões! Ninguém disse que educar é fácil, mas o senhor complica, não acha?
segunda-feira, 26 de abril de 2010
question number one
Hoje queria escrever algo inspirador, digno de ser lido em voz alta e de ser comentado durante uma semana por toda a gente. Simplesmente a inspiração já se foi embora, bem como a paciência. Passei o dia todo a magicar. Aposto que certas pessoas eram capazes de apostar dinheiro em cada pensamento. Imaginemos que tudo tem uma base: as lendas são constituídas, em parte, por histórias verdadeiras. Sendo assim, porque é que não existem contos de fadas hoje em dia, e as lendas ainda prevalecem?
segunda-feira, 5 de abril de 2010
J vs M
mónica diz:
já sabes, aprende c quem sabe
isto é, raparigas
Jorge diz:
se já sei vou aprender com quem sabe ? oO
como é isso monica ? d:
mónica diz:
fuck you lil bitch!
só sabes q o q nao sabes vais ter q aprender c quem sabe
Jorge diz:
mas entao já sei, logo já nao tenho de saber
mónica diz:
e agora, conjuguemos o verbo saber
MODO: INDICATIVO
presente
Jorge diz:
eu sei, tu sabes, ele sabe, nos sabemos, vos sabeis, eles sabem
:D
mónica diz:
eu sei
tu sabes
oh crl foste muito rápido xD
Jorge diz:
sabes @
xDDDD
mónica diz:
CUIDADO MORANGUITO
VÊ LÁ, NAO TE MAGOES!
nng diz "sabes", so tu xD
Jorge diz:
morangao
mónica diz:
nao vi pormenores, por enquanto és apenas moranguito
AHAHAHAHAH
chupaaaaaa xD
Jorge diz:
chupa tu, e passo a ser morangao
HAHAAHAHAHAHAHAHA
mónica diz:
ah cona, isso querias tu
tens de falar c o meu secretário
Jorge diz:
riiii teeee xD
foi hilariante xDDD
já sabes, aprende c quem sabe
isto é, raparigas
Jorge diz:
se já sei vou aprender com quem sabe ? oO
como é isso monica ? d:
mónica diz:
fuck you lil bitch!
só sabes q o q nao sabes vais ter q aprender c quem sabe
Jorge diz:
mas entao já sei, logo já nao tenho de saber
mónica diz:
e agora, conjuguemos o verbo saber
MODO: INDICATIVO
presente
Jorge diz:
eu sei, tu sabes, ele sabe, nos sabemos, vos sabeis, eles sabem
:D
mónica diz:
eu sei
tu sabes
oh crl foste muito rápido xD
Jorge diz:
sabes @
xDDDD
mónica diz:
CUIDADO MORANGUITO
VÊ LÁ, NAO TE MAGOES!
nng diz "sabes", so tu xD
Jorge diz:
morangao
mónica diz:
nao vi pormenores, por enquanto és apenas moranguito
AHAHAHAHAH
chupaaaaaa xD
Jorge diz:
chupa tu, e passo a ser morangao
HAHAAHAHAHAHAHAHA
mónica diz:
ah cona, isso querias tu
tens de falar c o meu secretário
Jorge diz:
riiii teeee xD
foi hilariante xDDD
domingo, 4 de abril de 2010
choose one choice
PRIMEIRA HIPÓTESE: nada muda, tudo se mantém.
SEGUNDA HIPÓTESE: desiste-se.
TERCEIRA HIPÓTESE: põe-se de parte e aguarda-se por luz verde.
SEGUNDA HIPÓTESE: desiste-se.
TERCEIRA HIPÓTESE: põe-se de parte e aguarda-se por luz verde.
quarta-feira, 31 de março de 2010
pensamento anglo-iluminado
Terceiro dia útil de férias passado em minha casa com a monstra da Inês Menezes. Encontravamo-nos a ver o filme "Cairo Time" (por sinal um romance do pior que há, sem romantismo/acção alguma) e a meio surge uma conversa sobre religião. Estando o dito romance em inglês e sem legendas, eu quis voltar a dizer o diálogo, mas em português, saindo algo do género:
"Ela é cristiana e gosta de um mulçumão!".
Pois bem Inês, aqui está a minha auto-difamação. Só te amo, monga!
"Ela é cristiana e gosta de um mulçumão!".
Pois bem Inês, aqui está a minha auto-difamação. Só te amo, monga!
segunda-feira, 22 de março de 2010
19 de Março
A maior descoberta que fiz recentemente foi ter-me apercebido de que vodka preto não é preto, mas sim azul petróleo! O que o álcool faz às pessoas... É que não há direito! Dezassete já cá cantam, para o ano ninguém há-de dormir! Obrigada a todos os que estiveram presentes e peço desculpa aos pais a quem roubei os filhos(as).
HASTA!
HASTA!
quinta-feira, 4 de março de 2010
gang da mocada featuring margarida monteiro
Se há coisas fantásticas, uma delas é, sem dúvida, as greves da função pública. Há poucas coisas que saibam melhor do que acordar às 8h da manhã com uma mensagem a dizer "Não há aulas, greve". MUITO BOM, MEUS AMIGOS. Melhor ainda são as reuniões que existem por não haverem aulas. Mais uma vez, o grupo da mocada (entenda-se como "mocada" as duas primeiras iniciais de três nomes: Mónica, Cátia e Daniela) reuniu-se, juntamente com a Margarida, para espalhar o pânico. Alvo escolhido: a sede do gang - casa da Cátia. Aí os perparativos para um "petit gatêau" foram assustadores, misturados com conversas sussurradas em que cada uma criticava os pontos fracos de seres por quem nutriam sentimentos (tanto negativos como positivos). Foi sem dúvida uma tarde estranha ao som de Tik Tok, com uma coreografia peculiar realizada pela Mónica e pela Margarida. Deixo-vos com algumas das melhores frases ditas por este grande gang. HASTAAA!
Cátia Lopes: Playboy TV? Será que tenho a Playboy TV?
Daniela Moreira: Se não tens a Disney Cinemagic, não tens a Playboy TV!
------------
Daniela Moreira: Cátia, oferece-me uma pachacha nova que a minha está toda rasgada.
Cátia Lopes: Ofereço?
Mónica Canário: Eu tenho uma pachacha da Nesquik em casa, queres?
Daniela Moreira: Isso soou um bocado mal.
(RISOOOOOOOOOOOS)
Cátia Lopes: Ofereço?
Mónica Canário: Eu tenho uma pachacha da Nesquik em casa, queres?
Daniela Moreira: Isso soou um bocado mal.
(RISOOOOOOOOOOOS)
quarta-feira, 3 de março de 2010
certezas
Finalmente, hoje decidi o que queria para os anos: uma estrela.
Grande, pequena, muito ou pouco brilhante, de cinco pontas ou não, pesada, leve. Não importa. Importa apenas eu querer uma estrela. Talvez chegue a ser um sonho, ao invés de um capricho.
Eu quero uma estrela. Quero uma estrela. Muito, muito.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
eiiish!
(conversa sobre leite condensado)
Inês Menezes: é que aquilo é tão doce que chega a ser azedo!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
teorias da mónica (parte 1)
Um homem te de amar. Não é o seu trabalho, nem o seu dever. Acontece e pronto. Fazer sentir segura a mulher que ama, estar com ela sempre que possa, é estar ao seu lado quando o dia não correu como ela queria, ou apenas porque o jantar não saiu da melhor maneira. É apoiá-la sempre que a razão o diz, é mostrar-lhe o que está certo e o que está errado, é fazê-la feliz, surpreendê-la com pequenos gestos. É lembrar-se das datas importantes, é mostrar-lhe o quanto é especial e diferente, tornando-a única. É manter-se fiel, olhá-la nos olhos e sentir que ainda a ama, mais do que da primeira vez, mas com a mesma inocência e carinho. Uma mulher também tem de amar. Não querendo parecer egoísta, as mulheres amam com mais facilidade. Amam mesmo, não têm medo de dizer o que sentem. Amam e gostam de o fazer. Mas são os homens que mais dificuldade têm em se exprimir. Um simples "Gosto de ti" consegue salvar muita coisa. Basta serem... Honestos. Sinceros. É manter uma conversa, deixá-la mostrar o seu ponto de vista e depois argumentar. É ficar feliz por saber que juntos geraram outra vida, que juntos trarão ao Mundo um novo ser, a união dos dois. Saber que não há nada mais importante e especial do que isso. Amar é saber que a pessoa ao nosso lado vale mais que o mundo inteiro. É ouvir uma canção que marcou um momento em especial e lembrarmo-nos de cada segundo e de como foi importante. Amor são simples carinhos, um sorriso. É olhá-la nos olhos e dizer-lhe "Amo-te ainda da mais que da primeira vez", agarrar a mão dela quando algo não está bem, é enfrentar, juntamente com ela, os problemas, aconteça o que acontecer. Amor é dar sem pedir nada em troca, é não desistir e lutar, dar duzentos de si, quando apenas se pede cem. Não é comprá-la com presentes por ter errado, é dizer-lhe a verdade e prometer com a intenção de cumprir que nunca mais voltará a acontecer. É atirarmo-nos de cabeça quando vale a pena, é, essencialmente, correr atrás de quem se ama, não deixando fugir a oportunidade de fazer feliz duas pessoas. É chegar ao fim do dia e puder ouvi-lo dizer "Finalmente cheguei querida, senti a tua falta".
Amar é fácil, as pessoas é que o tornam difícil...
"Amor que é amor é perguntar: «Queres reformar-te comigo?»".
Mónica
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
uns morrem, outros ficam assim
Inês Menezes: estás a ver aqueles carros que andam mesmo?!
Inês Carvalho: sim, até porque há carros que não andam, não é Inês?
Parque das Nações, 30 de Janeiro e um frio do caralhoooooo!
Inês Carvalho: sim, até porque há carros que não andam, não é Inês?
Parque das Nações, 30 de Janeiro e um frio do caralhoooooo!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
diamonds are girl's best friends
Treino de volley de terça-feira (26 de Janeiro de 2010):
Patrícia Bragança: Figueira, o que é que juras?
Inês Figueira: Juro que um dia vou ser bissexual.
(Todas se riem)
Mónica: Tu estás a gozar, não é?
Inês Figueira: É verdade! Já viste bem? Ficas com um leque de opções muito maior!
Enfim...
Patrícia Bragança: Figueira, o que é que juras?
Inês Figueira: Juro que um dia vou ser bissexual.
(Todas se riem)
Mónica: Tu estás a gozar, não é?
Inês Figueira: É verdade! Já viste bem? Ficas com um leque de opções muito maior!
Enfim...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
baú
"Gosto muito de ti". Todos os dias ouvimos pelo menos alguém dizer-nos estas quatro palavrinhas. Quando não somos nós os receptores dessa mensagem, é alguém que se encontra à nossa volta. E este gesto repete-se a cada segundo, em cada cidade, com todas as pessoas. Todos os dias. Seja por mensagem escrita, seja por chamada, seja numa conversa online, seja pessoalmente em voz alta ou, confesso ser a minha maneira preferida, ao ouvido, bem baixinho: “Gosto muito de ti”. Sabe sempre bem. Sempre. Seja dito por um amigo ou por um(a) mais que tudo. Sabe bem e ninguém o pode negar. Sentimo-nos com valor, quentes. Sentimos que há alguma coisa que faz sentido.
E aí dizemos: “Eu também gosto muito de ti”.
Mónica Canário
E aí dizemos: “Eu também gosto muito de ti”.
Mónica Canário
sem nome
Numa aula de Geografia, encontrava-se a Kika a discutir com a Bea sobre o que vendia a "Loja das Meias". A certa altura voltam-se para trás:
Kika: o que é que vende a loja das meias?
Mónica (olha para a Ana antes de responder): Meias?!
Pois bem, ao que parece vende acessórios, perfumes e tudo o mais.
Kika: o que é que vende a loja das meias?
Mónica (olha para a Ana antes de responder): Meias?!
Pois bem, ao que parece vende acessórios, perfumes e tudo o mais.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
wtf?!
Algures à porta da escola, na sexta-feira passada, duas raparigas conversavam:
Rapariga número um: - Esta chuva não tem vergonha na cara!
Rapariga número dois: - Podes crer, quase parece o ex-namorado da Mariana!
Por amor de Deus...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
aviso importante
A todos os que são ou tendem a vir ser machistas (definição: aquele que age e pensa em função da ideia que o homem domina socialmente a mulher e que, por tal motivo, tem direito a privilégios de dono), as mulheres começam a dominar o mundo. É só ver na Faculdade de Farmácia da Costa da Caparica: numa turma onde existem cerca de 130 alunos do 1º ano, 100 são raparigas.
Conclusão: feminista significa "pessoa partidária do feminismo"; feminismo significa "sistema dos que preconizam a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem"; brevemente o machismo será definido como "sistema dos que preconizam a ampliação legal dos direitos civis e políticos do homem ou a igualdade dos direitos dele aos da mulher".
Conclusão: feminista significa "pessoa partidária do feminismo"; feminismo significa "sistema dos que preconizam a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem"; brevemente o machismo será definido como "sistema dos que preconizam a ampliação legal dos direitos civis e políticos do homem ou a igualdade dos direitos dele aos da mulher".
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